“Eis que, por ordem do Senhor, veio de Judá a Betel um homem de Deus” I Rs 13. 1

     Após a morte de Salomão, durante o reinado de seu filho Roboão o reino de Israel dividiu-se em dois. Reino do Sul (Judá) e Reino do Norte (Israel). Com uma pequena exceção, que foram os 6 anos que Atalia usurpou o trono, Judá teve só uma dinastia, a de Davi. Em compensação, o Reino do Norte teve 9 dinastias, mesmo tendo uma duração menor do que o Reino de Judá. A queda de Samaria e o fim do Reino do Norte se deu cerca de 120 anos antes da queda de Jerusalém.

     O reino se divide por causa do pecado, enfraquece pelo mesmo motivo e acelera o seu fim à medida que o pecado torna o relacionamento de Deus e Seu povo impraticável. O distanciamento de Israel do seu Deus faz com que o ministério profético seja mais numeroso entre aqueles que necessitam da graça de Deus, mesmo que não se deem conta.

     Muitos profetas exercem seus ministérios sem terem seus nomes citados, nem reconhecidos.

     Vivemos em uma sociedade que carece da graça de Deus e que se distancia mais e mais de Deus. Sendo essa a realidade de nossa sociedade faz-se necessário a existência de ministérios proféticos. O amor de Deus levanta profetas com ministérios grandemente reconhecidos, outros sem tanta projeção e há daqueles que sendo profetas fazem e dizem o que Deus os comissionou a fazer sem terem seus nomes reconhecidos ou lembrados. Esses profetas “SEM NOME” fazem parte de uma nação que amada por Deus, quer repartir desse amor com outros e servir a Deus – amando aos outros e servindo a sua geração.

     Deus convoca a sua Igreja, eu e você, a sermos profetas nesta geração, reconhecidos ou não, amando a Deus e alcançando pessoas com o Amor dele. Exerçamos o ministério de reconciliação (2 Co 5. 18), que Deus confiou aos seus profetas, nós.

Rev. Sergio, seu pastor

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