“Para vós outros, ò Coríntios, abrem-se os nossos lábios, e alarga-se o nosso coração. Não tendes limites em nós; mas estais limitados em vossos próprios afetos. Ora, como justa retribuição (falo como a filhos), dilatai-vos também vós.” II Coríntios 6:11-13

   Para refletirmos um pouco mais sobre o tema relacionamento, quero falar sobre as diferenças e as semelhanças do jogo de tênis e do frescobol, os quais podem ilustrar nossos relacionamentos, seja em casa, na igreja, no trabalho etc.

   Vamos primeiro ver as semelhanças entre os dois jogos: Ambos têm dois jogadores; duas raquetes; uma bola, uma área de atuação; dois lados; ambos têm que acertar a bolinha.

   Vejamos as diferenças: O tênis tem uma rede no meio dividindo os espaços; No frescobol um joga a bolinha facilitando para o outro acertar a mesma; no tênis um joga a bolinha dificultando o máximo para o outro acertar a mesma. No frescobol se faz de tudo para a bolinha não cair; no tênis, ao contrário, a bolinha tem que cair. No frescobol, quando a bolinha cai ninguém ganha ou marca ponto. No tênis, se faz de tudo para a bolinha cair, pois o objetivo é marcar ponto sobre o outro.

   No Frescobol, os jogadores não são adversários, são amigos; no tênis ao contrário, um tem o objetivo de derrotar o outro. No frescobol ambos saem alegres pelo jogo; no tênis somente um sai alegre pelo resultado. No frescobol um se esforça para ajudar o outro para que a bolinha não caia; no tênis cada um se esforça para que o outro não alcance a bolinha, deixando-a cair.

   Gostaria que você agora trouxesse à sua mente seus relacionamentos mais próximos, como sua família e os irmãos de sua igreja; pense agora na seguinte pergunta: Em seus relacionamentos em casa e com seus irmãos da igreja você tem jogado mais frescobol ou tênis? Pense nisto e tome uma atitude, seja sempre alguém a ajudar, cooperar, facilitar a vida para o outro. Pergunte-se sempre: O que posso fazer para facilitar e tornar a vida do outro mais leve e feliz?

   Que Deus nos abençoe e ajude a sermos sempre bons “jogadores de frescobol da vida”!!!!

No Caminho, Nilsinho


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