Em João 2.1-12, temos a narração de um casamento e do primeiro milagre de Jesus.

O texto diz que Jesus também foi convidado. Ele foi convidado juntamente com outras pessoas. O casamento era celebrado publicamente com um banquete. Ele não era o principal convidado. Certamente, não sabiam quem ele era e nem o que poderia fazer. Era um convidado como os outros.

Quando estudamos este texto somos desafiados a fazermos de Jesus o principal convidado. Aqui ele não era o principal convidado. Em nossas vidas fazemos como esses noivos, não enxergamos Jesus como personagem principal de nossas festas. Quando nos conscientizamos de que tratamos Jesus como um convidado secundário, sentimo-nos acusados. Não devemos. É verdade que precisamos ter Jesus como o personagem principal em nossa história. Mas, ele não nos acusa, logo, também não devemos sentir-nos culpados pelo fato de não o reconhecermos como ele realmente é, desde o princípio, em nossa caminhada.

Ele tem que ser convidado. Precisamos que ele esteja presente, mesmo que não saibamos direito quem ele é e nem o que poderá fazer.

Convide Jesus para suas festas, para dentro de sua casa e ele se tornará o personagem principal de livramento e salvação em sua casa.

Convide-o e ele o surpreenderá sendo quem ele é. Porque não pode ser menos do que é. E a história de nossa vidas será concluída assim: ”deu Jesus princípio a seus sinais em Caná da Galileia (em nossas casas); manifestou a sua glória, e os seus discípulos (os nossos filhos) creram nele”.

Rev. Sergio,

Seu pastor


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