Mas, posto que com isto deste motivo a que blasfemassem os inimigos do Senhor, também o filho que te nasceu morrerá. (II Sm 12.14)

Davi tentou esconder o seu pecado de adultério eliminando o marido de Bate-Seba e a trazendo para ser sua mulher. Quando é exortado pelo profeta Natã fica claro que ele não só não conseguiu esconder o seu pecado como o conhecimento de seu erro extrapolou os limites do povo de Deus – os inimigos do Senhor tiveram notícias sobre o ocorrido.

Moisés, também, surpreendeu-se quando percebeu que esconder o corpo do egípcio na areia não foi suficiente para ocultar o assassinato que havia cometido (Ex 2.14).

Achamos que podemos controlar o alcance e as consequências de nossos atos, mas não é assim. A narrativa de João 12 sobre a unção de Jesus por Maria diz que o perfume do bálsamo encheu toda a casa. A ação era dirigida a Jesus, mas todos aspiraram o aroma daquele perfume. Outros aspirarão o aroma de nossas manifestações de amor para com o Senhor. Nas narrativas de Mateus e Marcos diz que onde for pregado o evangelho será contado o que ela fez (Mt 26.13 e Mc 14.9). As notícias de nosso viver estão e vão muito além de nosso controle.

O pecado de Davi motivou a blasfêmia dos inimigos do Senhor. A unção de Jesus feita por aquela mulher edifica o povo de Deus até hoje.

As notícias que nossas vidas geram se espalham e repercutem. Não podemos controlar o alcance nem a repercussão delas. Algumas glorificam a Deus e outras enfraquecem o testemunho da Fé.

Quais tipos de notícias nossas vidas têm gerado? Para vergonha da fé ou para a Glória de Deus? Pense nisso.

Rev. Sergio,

Seu pastor


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