At 11. 21; 13. 1-2

Em 2 de setembro de 1930 a Missão Metodista transformou-se em Igreja Metodista do Brasil.

Os textos dos capítulos 11 e 13 de Atos mostram a igreja de Antioquia como um bom modelo de “autonomia”. Dispersos pela perseguição em Jerusalém, alguns discípulos anônimos caminharam até Antioquia onde muitos gentios creram no Senhor e se organizaram em igreja, que se fortaleceu e passou a missionar também.

O cristianismo na Grã-Bretanha repete o mesmo padrão. Patrício, em obediência às misteriosas vozes, retorna à Irlanda onde fora escravo e evangelista. A Irlanda, depois de cristianizada, envia o monge Columba para Iona, uma ilha da costa da Escócia (563). Esta, tendo aceito a fé, manda Aidano para missionar no Nordeste da Inglaterra (634) e finalmente o cristianismo britânico de modo geral participa da evangelização dos povos germânicos do continente europeu.

A “autonomia” é portanto, mais que a criação de uma igreja independente e capaz de auto-direção; significa a maturidade e vitalidade para a igreja autônoma tornar-se agente da missão.

Cada um de nós também fomos alvo da “missão de Deus”. Fomos alcançados pelo Amor de Deus por meio de algum “missionário”; família, amigo ou até mesmo, por meio de um desconhecido. E nosso crescimento precisa ser manifesto por meio de nossa ação missionaria, repartindo o amor, expandindo o Reino dele.

Uma igreja madura é missionária, cristãos maduros são testemunhas do Evangelho.

A “Autonomia” acontece quando uma igreja que recebe passa a repartir também.

Que a “Autonomia” alcance-nos também. Repartamos daquilo que recebemos. Continuemos a MISSÃO de DEUS.

Rev. Sergio,

Seu pastor


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