“Havia na igreja de Antioquia profetas e mestres: Barnabé, Simeão, por sobrenome Níger, Lúcio de Cirene, Manaém, colaço de Herodes, o tetrarca, e Saulo. E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me, agora, Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado. Então, jejuando, e orando, e impondo sobre eles as mãos, os despediram. ” Atos 13. 1-3

            A igreja em Antioquia, durante um período de consagração e jejum, ouve o direcionamento de Deus para enviar Paulo e Barnabé em missão.” A oração e o jejum nos aproximam de Deus. Devemos orar e jejuar como uma maneira de nos aproximarmos mais de Deus, pois a prática do jejum produz frutos, tanto de natureza física, emocional, quanto espiritual, tais como: Humildade, consciência da ação de Deus, aumento da concentração, determinação, Fé, domínio e presença do Espírito Santo, fervor.

O Jejum é poderoso! É instrumento para o crescimento, proximidade com o divino e compromisso com o Reino. Sobretudo, é uma ferramenta eficaz contra o descontrole e a escravidão impostos por uma sociedade baseada no consumo desenfreado.

Sua prática ensina disciplina e autonegação. O jejum não deve ser usado para enaltecer o ego, oprimir o próximo, produzir um sentimento de superioridade. Jejuar e orar. A Igreja de Deus precisa redescobrir essa prática sadia, para se tornar mais forte e mais eficiente na construção do Reino de Deus. E, como Wesley, dispor-se a demonstrar que uma vida de devoção não é incompatível com uma práxis de envolvimento e comprometimento”. (Extraído da Carta Pastoral sobre Jejum, O Caminho da Disciplina. Colégio Episcopal, Junho de 2001)

Estamos desafiando a Igreja a jejuar da meia-noite até às 18h, por quarenta dias – de 01/08 até 09/09.

Aceite esse desafio e venha conosco nesse período de consagração.

Rev. Sergio,
Seu pastor


compartilhe


Deixar uma Resposta