“Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim”. (Jo 14:6)

         O livro “O Peregrino” é a história de um homem (O Cristão) que experimenta um momento de crise ao refletir sobre o tema – “salvação da ira vindoura”.

         Ele precisa de um caminho pelo qual possa trilhar rumo à vida eterna.

         Em uma das falas, ele expressa toda a sua angústia existencial do seguinte modo: “a não ser que encontremos (o que ainda não vejo) algum caminho de escape, pelo qual sejamos livres”. “…o que farei para ser salvo?!”.

         A pergunta por um “caminho” é recorrente na história da humanidade, pois, a vida nunca é um dado, mas algo que deve ser feito e conduzido. Além do mais, ainda resta a expectativa da vida futura, a eternidade.

         O ser humano, desde sempre, foi desafiado a trilhar caminhos. Todos sabem: sem um caminho não se pode andar. O caminho dá direção e segurança para o andarilho.

         Hoje, quase não percebemos isso. Andamos às cegas guiados pelas tecnologias de informação alimentadas pelas nuvens artificiais. No entanto, é um fato que o caminho, como tal, encerra uma das experiências humanas mais primitivas.

         Jesus usou a metáfora do caminho em resposta à pergunta confusa de Tomé. Confusa, mas carregada de sentido: “não sabemos para onde vais; como saber o caminho?” A resposta pode até ser chocante para alguns, mas Jesus é o único caminho. Ele mesmo é o caminho para o Pai.

         Logo, o ser humano, não tem outro caminho para chegar a Deus a não ser por Jesus Cristo. Ele, o Verbo encarnado, é o único caminho para a salvação eterna. Não somos salvos por um princípio ou uma força, mas por uma pessoa: Jesus Cristo.

         Renove sempre que puder sua aliança com Deus por intermédio de Jesus Cristo, pois ele é o caminho que leva a Deus.

Pr. Levi Silvestre.


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