Desafiamos a Igreja Metodista em Luziânia (congregação IMAS) a realizar uma leitura bíblica do Novo Testamento.

Semanalmente, em nosso Boletim, foram indicados dois capítulos a partir de Mateus e agora chegamos ao Apocalipse de João.

Particularmente, sou fascinado por esse tipo de literatura e o Apocalipse de João destaca-se por apresentar a situação da Igreja no passado, indicar caminhos para a trajetória terrena da Igreja através dos tempos e, sobretudo, apontar para o futuro, isso é surpreendente.

Continuando, o termo grego Apokalypsis pode significar, dentre outros significados, “aquilo que está sendo descoberto” (Apocalipse, ed. Cultura Cristã, Simon Kistemaker, p. 13). Assim sendo, a própria etimologia da palavra aponta para processo (passado, presente e futuro). Por isso, podemos segui-lo como um mapa, no qual Jesus Cristo traçou indicações seguras para a caminhada da Igreja até a “consumação” (eventos finais do Reino de Deus na terra com uma transição para uma nova criação).

Como aconteceu? As visões que João recebeu não foram sequenciais. Elas começavam e terminavam de forma abrupta. Assim sendo, os capítulos 1 a 3 constituem uma visão. O capítulo 4 em diante apresenta outra visão: “O Trono de Deus e os Sete Selos”. E, assim por diante.

Não podemos identificar o intervalo de tempo entre uma e outra visão, mas essa visão do Trono de Deus é maravilhosa. João experimentou algo do tipo: ver o céu! E, descrever o que viu e ouviu.

Meditamos sobre isso. Surgiram várias imagens a partir da ideia de céu apresentada por João. A imagem mais legal foi a do relógio. O trono de Deus no centro e os 24 tronos representando as horas, ao invés de doze percebemos ali 24 algarismos. Tempo: “Venho sem demora. Conserva o que tens para que ninguém tome a tua coroa” Ap 3:11, que essa seja nossa atitude permanente.

Pr. Levi Silvestre.


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